Criança com cara de ser uma das crianças que estão fazendo milhões.

Você acredita ser possível crianças de 6, 8, 10 ou 14 anos serem mais ricas que você, que já deve ter mais de 20?

Veja esses títulos de algumas reportagens que encontrei para dar sua resposta.

“Matheus, de 14 anos, juntou R$ 800,00 vendendo pulseiras para ver apresentação de Paul McCartney.”

“Kiowa, de 6 anos, faz seu primeiro milhão com curativos que podem ser decorados e customizados.”

“Jordan abre sua terceira empresa, e tem apenas 14 anos.”

“Harli, de 8 anos, ganha milhares de libras por ano com a venda de bolinhas de gude pela internet.”

“Cory, de apenas 10 anos, fatura cerca de 1.000 dólares por final de semana vendendo cookies.”

“Ryan, de 6 anos, avalia brinquedos no YouTube e fatura o equivalente à R$ 36 milhões por ano.”

Parece mentira, não é?!

Crianças de 6 à 14 anos fazendo milhões e muito mais ricas do que a maioria das pessoas?

É tudo a mais absoluta verdade.

E assim como esses que eu mencionei aqui em cima existem mais milhares de outras crianças fazendo dinheiro ao redor do mundo.

(confira os artigos originais nesse link e nesse outro)

E MUITO dinheiro.

Sei que você pode estar pensando: “mas criança não tem que se preocupar em fazer dinheiro, tem que brincar, estudar e se formar na faculdade para ser alguém na vida”.

Se existisse apenas esse caminho para fazer dinheiro, você concorda que todos os seus conhecidos que fizeram faculdade deveriam estar ricos? Talvez até você?

Talvez de 10 que você conhece 2 estejam muito bem financeiramente (espero que você seja 1 desses), todos os outros 8 devem estar quebrados (espero que você não esteja nesse grupo).

E o que dizer de Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Richard Branson, Tony Robbins, Flávio Augusto, e tantos outros ricaços que mal terminaram o ensino médio? Se é que o fizeram.

Sugestão: reveja suas crenças financeiras.

Ou ainda: “mas eu não quero que meu filho seja ‘dinheirista’, eu quero que ele seja feliz”.

Sabe o que é isso, muito provavelmente?

Uma pontinha de inveja por não ser seu filho(a) fazendo o mesmo. Ou até mesmo por não ser você.

Sua mente está tentando encontrar uma justificativa para explicar, de uma maneira nada inteligente, o porquê de você estar na situação que está enquanto tem crianças fazendo milhões.

Isso mesmo, é você querendo se manter na sua zona de conforto.

E mais, você acredita mesmo que todas essas crianças pensam no dinheiro para fazer o que elas fazem?

100% de certeza que não, até porque com a idade delas provavelmente nem saberiam como precificar e por onde começar a cobrar.

O que faz, então, elas terem tanto resultado financeiro?

Com essa pergunta é possível racionalizar, com um pouco mais de mira, as razões que levam elas a conseguirem valores tão expressivos com ações relativamente simples.

Vamos ver se eu consigo lhe convencer com esses 3 argumentos aqui abaixo.

1) Elas fazem o que querem fazer

Crianças fazendo o que gostam.

Veja a história do Ryan, ele assistia vídeos de crianças e adolescentes falando sobre brinquedos no YouTube até que um dia ele perguntou para sua mãe se poderia estar lá, no mesmo lugar que eles.

Ela disse que sim e, a partir daí, começaram a filmar reviews que o Ryan fazia dos brinquedos que comprava e/ou ganhava.

Será que mãe e filho sabiam que em alguns anos estariam fazendo R$ 36 milhões?

Que um dos vídeos de Ryan alcançaria 1,5 BILHÃO de views?

Claro que não.

Muito provavelmente a mãe só queria dar apoio à ideia do seu filho e fazer ele realizar o que tinha vontade.

E aqui lhe pergunto: como você se sente quando faz o que tem vontade?

Quando eu faço o que tenho vontade eu coloco todo o meu esforço e toda a minha paixão para fazer meu melhor, como quando escrevo aqui no blog.

Imagino que com você também aconteça o mesmo, ou algo semelhante.

E quando se junta toda essa paixão, com o apoio dos pais, com a não necessidade de dar resultados financeiros (sem pressão), com uma consistência e uma disciplina no que está fazendo, depois de algum tempo você começa a ter o que?

RESULTADOS FINANCEIROS. Ou melhor, dindim, grana, dinheiro, money, bufunfa, tutu, verdinha, etc.

Tudo porque as pessoas percebem a veracidade que existe em tudo o que está sendo feito, pois é feito com paixão e amor, e, por isso, elas a(o) seguem e aceitam lhe dar dinheiro, caso você peça.

E onde é que a maioria das pessoas se desvia desse simples caminho para fazer muito dinheiro?

Com essa pergunta eu chego no segundo motivo pelo qual essas crianças conseguem fazer a quantidade de dinheiro que fazem.

2) Elas recebem o apoio dos pais

Pai dando apoio à sua filha para andar de bicicleta.

Isso mesmo, recebem o apoio dos pais para tirarem suas ideias da cabeça e colocarem em prática.

Não são questionadas, ou até diminuídas, na sua capacidade de fazer o que querem, sendo obrigadas a reprimir seus desejos e vontades. São estimuladas e encorajadas.

Exatamente o que vemos acontecer na maioria das famílias com as quais temos contato, não é?!

Não, na realidade que eu acompanho de famílias próximas não é assim que acontece.

O que eu vejo são pais tolhendo seus filhos na capacidade de fazerem as coisas que querem e do jeito que querem.

Repreendendo e reprimindo sempre que possível, mesmo que acreditem estarem fazendo o melhor para suas crianças.

Pais inconscientes que mal entendem os resultados que aquilo pode gerar na personalidade e no futuro do seu filho.

Para ilustrar o que eu estou falando, vou lhe contar uma rápida história que aconteceu entre meu filho (o Léo) e eu, há mais ou menos 4 meses, quando ele tinha pouco mais de 1 ano.

Estávamos em casa e ele estava bebendo água em seu copinho.

Após beber um pouco dela ele virou o copo, já quase vazio, e derramou um pouco de água no chão.

Nesse mesmo momento ele pegou uma camiseta minha que estava ali perto dele e começou a enxugar a água que havia derramado.

Ninguém pediu para ele fazer isso (deve ter tido a iniciativa por já nos ter visto fazendo o mesmo, pelo exemplo), no entanto, quando eu vi ele passando a camiseta no chão esbocei uma reação imediata e quando eu estava pronto para repreendê-lo, falando que aquele não era o pano certo para enxugar o chão, eu consegui parar e refletir:

“Opa, calma aí, meu filho tomou uma iniciativa extremamente interessante, de enxugar o que havia molhado, e eu vou repreendê-lo só porque está fazendo isso com o ‘pano errado’?”

“O que é mais importante, eu corrigi-lo, podendo até impedir que ele faça isso outras vezes com medo do que eu vou falar, ou encorajá-lo a fazer isso mais vezes, ensinando depois com qual pano deve enxugar a água da próxima vez?”

Segui o segundo caminho, de encorajá-lo, e comemorei com ele a atitude que teve.

Eu consegui frear minha reação imediata e olhar com os olhos do Léo, de apenas 1 ano de vida, para entender a MARAVILHOSA intenção do que ele estava fazendo.

Resultado? Ele continua limpando sempre quando derruba algo no chão, sendo que ensinamos ele a pedir um pano quando quer fazer isso e aí damos o “pano certo”.

(ufa, evitei algumas sessões de terapia para ele no futuro, kkkkkkk)

Como adultos, temos a tendência de sempre querermos que nossos filhos façam as coisas do nosso jeito. Seja por sabermos que dá certo, por conhecermos os riscos ou para evitar sujeira.

Porém, é importante que saibamos que essas atitudes podem reduzir a confiança interna dos pequenos, limitando sua capacidade de decisão, escolha, e impedindo que eles sigam seus sonhos e façam o que realmente têm vontade.

Por isso, é importante que você saiba balancear a liberdade deles com os limites que você coloca.

Permita que eles façam o que têm vontade em ambientes controlados, nos quais você sabe que estarão protegidos, comemorando cada conquista e reforçando bons comportamentos.

Seja o apoio e dê segurança para o que quiserem fazer.

Dessa forma, com certeza, você permitirá que seus filhos, assim como os que citei lá no começo do texto, também coloquem ideias em prática e, quem sabe, sem pressão, gerem grandes quantidades de dinheiro agora ou no futuro.

E se você que está lendo esse texto se vê numa situação na qual também precisa de alguém para lhe orientar, lhe dar segurança e indicar caminhos para fazer as coisas que tem vontade e ainda não fez?

Procure conhecimento e pessoas que possam lhe dar apoio para tirar suas ideias da cabeça e do papel.

Sempre há um caminho e, provavelmente, alguém que já o trilhou antes de você.

Encontre um curso, um workshop, um livro, um mentor que lhe ajude a sair da inércia e a fazer tudo o que tem vontade.

Caso queira e lhe faça sentido, entre em contato comigo (guilherme@suafamiliamaisrica.com.br) para desenvolvermos um programa de mentoria personalizado para você.

E assim vamos para o último argumento para justificar as razões pelas quais eu acredito que têm tantas crianças fazendo muito dinheiro.

3) Não existe pressão para gerar dinheiro

Criança relaxada, sem pressão para gerar dinheiro.

Tudo começa como uma brincadeira de criança, ou como algo para satisfazer a vontade do seu filho.

Aos poucos a ideia vai tomando corpo, os pais vão percebendo o potencial e há uma evolução quase que natural para se tornar um negócio e gerar dinheiro.

No entanto, se não tiver resultados financeiros também está tudo bem, pois esse não era o propósito inicial da iniciativa.

O que acontece quando transferimos essa mesma realidade para os adultos, de colocar ideias em prática?

A pressão para gerar resultados financeiros geralmente aparece em primeiro lugar, certo?!

Você analisa a viabilidade financeira da sua ideia, não é?!

Se no planejamento já perceber que não dará dinheiro, esquece ela e parte para a próxima, ou não parte para qualquer outra.

Mesmo que essa cobrança não venha de você mesma(o).

Pode vir do(a) cônjuge, da família, dos amigos ou de qualquer outra pessoa que realmente se preocupa com você, mas que não vive sua mesma vontade de fazer o que seu coração quer.

Essa pressão, vinda de fora e/ou de dentro, possivelmente lhe conduzirá por um desses 3 caminhos:

I) Você desiste antes do começar por não aguentar toda a pressão e julgamentos colocados em sua ideia antes mesmo de ir para a prática;

II) Você coloca sua ideia em prática, mas desiste logo antes de começar a dar certo, por ela ainda não estar gerando a quantidade de dinheiro que você gostaria, cedendo à pressão interna/externa;

III) Você aguenta firme, resiste às cobranças, se mantém consistente durante o tempo que for, contrariando a opinião de pessoas próximas, e começa a ter os resultados que espera.

Seguramente 70% das pessoas encontram-se no caminho I, 25% no caminho II e apenas 5% no caminho III.

Para sair do caminho I e II e ir para o III você precisa:

  1. Ter uma ideia que realmente faça brilhar os seus olhos;
  2. Reduzir a sua necessidade interna que seu negócio gere resultados financeiros imediatos;
  3. Para isso, gere uma reserva financeira para você poder abandonar seu trabalho atual e focar nos seus sonhos ou coloque sua ideia em prática como um projeto paralelo, para ser desenvolvido nos seus horários de folga;
  4. Deixe seu(sua) parceiro(a), família, amigos cientes de que isso o que está fazendo é o que realmente quer e peça o apoio deles, dizendo que isso é extremamente importante para você;
  5. Mantenha-se firme e confiante durante o tempo que for necessário para sua ideia gerar os resultados que você quer;
  6. Aproveite todo o dinheiro que ela irá gerar, pois você o merece.

Seguindo esses passos você com certeza conseguirá fazer o mesmo que as crianças lá do começo do texto fazem, ou ainda mais, pois haverá verdade no que você oferece.

Só como uma referência, um dos homens mais famosos no estudo da riqueza, Napoleon Hill, ficou 25 anos estudando pessoas ricas até criar sua teoria e realmente começar a gerar dinheiro para ele, MUITO dinheiro.

Por fim…

Faço-lhe um convite: esteja cada dia mais consciente do que faz e dos resultados que suas ações podem gerar.

Seja para seus filhos ou para você mesma(o), pois só assim, tomando consciência, é que você será capaz de mudar seus pensamento, sentimentos e hábitos relacionados à tudo.

Aproveite essa vida e, caso ainda não esteja vivendo seus sonhos, convido-lhe a iniciar algo que lhe aproxime deles agora mesmo.

Qual é o primeiro passo que você pode dar agora para lhe aproximar do que quer?

Ligar para alguém? Mandar um e-mail? Pesquisar algo na internet? Falar com alguém?

Faça com que esse primeiro passo seja o mais simples possível, e logo que o realizar já trace o segundo.

E assim por diante.

Faça o mesmo para incentivar as ideias dos seus filhos, do(a) seu(sua) parceiro(a), dos seus pais, dos seus amigos.

Saiba de uma coisa, os resultados que teve até hoje não definem seus resultados futuros.

Experimente-se!

E aí, faz sentido para você a forma como eu justifiquei a capacidade de gerar dinheiro, seja por crianças ou por adultos?

Deixe seu comentário aqui no post para eu poder saber.

E se de alguma forma eu contribui para sua reflexão, permita que esse texto se espalhe para as pessoas que você se importa e o compartilhe em suas redes sociais.